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8° Encontro para Noivos

No dia 27 de março 2011 realizamos o 8° Encontro para Noivos com a participação de cinco casais.

A Pastoral Familiar da Paróquia de Sant'ana deseja aos casais uma vida nova de muita harmonia com as bençãos da Sagrada Família!

 

Willian & Maria Luiza

 

Artur & Greice

 

 

Alisson & Juliana

 

 

Enrique & Perla

 

 

Anísio & Dulciléia

 

 

 

 

COMISSÃO DIOCESANA DA PASTORAL FAMILIAR

 

 

A Comissão Diocesana da Pastoral Familiar convida todos os casais em Novas Uniões (segunda união) a participarem do II Encontro Diocesano que será realizado no dia 16 de abril na Catedral de São Miguel Arcanjo.

 

Quem são os casais em segunda união?

O Diretório da Pastoral Familiar coloca sob esse conceito os casais casados na Igreja, divorciados civilmente e novamente unidos pelo matrimônio civil. Incluem-se nesse rol os casais em que apenas um dos cônjuges passou pela situação aqui descrita.

A Igreja quer oferecer a esses casais “uma palavra de verdade, de bondade, de compreensão, de esperança, de participação viva nas suas dificuldades às vezes dramáticas…”

O Diretório da Pastoral Familiar (390) diz que: “A Igreja, que foi instituída para a salvação de todos, não pode abandonar aqueles que, unidos pelo vínculo matrimonial sacramental, contraíram no civil novas núpcias”.

 

 

Informações com os agentes da Pastoral Familiar da sua paróquia ou no e-mail: cdpf.saomiguel@uol.com.br

 

 

 

 

Notícia


 Universidade Harvard dá razão ao Papa na luta contra AIDS

Estudo realizado a partir do caso do Zimbábue.


ROMA, sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) - Um estudo realizado pela Universidade Harvard deu razão à posição de Bento XVI sobre a AIDS, afirmando que um comportamento sexual responsável e a fidelidade ao próprio cônjuge foram fatores que determinaram uma drástica diminuição da epidemia no Zimbábue.
Quem explica, em sua última pesquisa, é Daniel Halperin, do Departamento de Saúde Global da População da universidade norte-americana, que, desde 1998, estuda as dinâmicas sociais que causam a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis nos países em vias de desenvolvimento.
Halperin usou dados estatísticos e análises sobre o estudo de campo, tais como entrevistas e focus group, o que lhe permitiu coletar depoimentos de pessoas que pertencem a grupos sociais mais desfavorecidos.
A tendência de dez anos é evidente: de 1997 a 2007, a taxa de infecção entre adultos diminuiu de 29% a 16%. Após sua pesquisa, Halperin não hesita em afirmar: a repentina e clara diminuição da incidência de AIDS se deve "à redução de comportamentos de risco, como sexo fora do casamento, com prostitutas e esporádico".
O estudo, publicado em PloSMedicine.org, foi financiado pela Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional, da qual Halperin foi conselheiro, e pelo Fundo das Nações Unidas para a População e Desenvolvimento.
"Com este estudo, Halperin promove uma reflexão séria e honesta sobre as políticas até agora adotadas pelas principais agências de combate à AIDS nos países em desenvolvimento", afirma o jornal L'Osservatore Romano, ao dar a notícia, em sua edição de 26 de fevereiro.
Segundo o estudo, fica claro que a drástica mudança no comportamento sexual da população do Zimbábue "recebeu o apoio de programas de prevenção na mídia e de projetos educativos patrocinados pelas igrejas".
Poucos anos atrás, Halperin se perguntava como é possível que as políticas de prevenção "mais significativas tenham sido feitas até agora baseando-se em evidências extremamente fracas", ou seja, na ineficácia dos preservativos.
Em suma, segundo o estudo de Halperin, é necessário "ensinar a evitar a promiscuidade e promover a fidelidade", apoiando iniciativas que visem a construir na sociedade afetada pela AIDS uma nova cultura.
Como disse Bento XVI, é necessário promover uma "humanização da sexualidade".

Fonte: ZENIT.org


 

TEREMOS UMA AREA SOMENTE PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS, CONTAREMOS COM O APOIO DA VIAÇÃO ITAIM PAULISTA E A SÃO PAULO TRANSPORTES COM UM ÔNIBUS NOS ACOMPANHANDO  PARA DAR CONTINUIDADE NO TRAJÉTO NO CASO DE NECESSIDADE.
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"SER DEFICIENTE NEM SEMPRE É DE NASCIMENTO, PODE TER SIDO UM ACONTECIMENTO, HOJE SOU EU AMANHÃ PODE SER VOCÊ, PENSE NISTO ! Campanha de Conscientização - Adriano do Nascimento

III Encontrão Diocesano da Pastoral Familiar

Convidamos a todos os interessados no tema "FAMÍLIA" a participarem no dia 12 de março na Catedral de São Miguel (sala 25) das 08:00 às 17:00 h do III Encontrão da Pastoral Familiar da Diocese de São Miguel Paulista, onde teremos a presença de Dom Emílio - bispo emérito de Campo Limpo e do casal João Abrahão & Zuleica (casos especiais), ao custo de R$ 15,00 incluso o café e almoço. Inscrições com os agentes da Pastoral Familiar da sua paróquia.

Artigo


 Big Brother Brasil

O jornalista Luiz Fernando Veríssimo assim começa uma de suas crônicas sobre o “BBB”: “Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...”

De fato, o BBB conseguiu chegar ao nível mais baixo do que se poderia imaginar, isto é, popularizar o relativismo, o individualismo, o utilitarismo, o “vale tudo”. O BBB valoriza a superficialidade, o mau gosto, manipula telespectadores como meras cifras das quais esperam vantagens.

Nós podemos evitar que lixos como os disseminados pelo BBB entre em nossas casas e poluam as nossas famílias. Depende de nós! Devemos nos perguntar seriamente: É isso que queremos para nossas crianças e jovens? Que futuro estamos preparando para as novas gerações?  Como acompanhar seus processos pessoais? Como educá-los? Com que pedagogia?  Como orientá-los para viver com dignidade e em plenitude?

Os meios de comunicação social investem grande parte de seu tempo e dinheiro para entreter a sociedade e não dá às pessoas uma resposta adequada das suas profundas perguntas, ao contrário, aumenta a sua ansiedade por não encontrar ali o autêntico sentido da vida. Não apenas invadem o âmbito familiar, mas também interrompe a transmissão de valores, “os meios de comunicação invadiram todos os espaços e todas as conversas, introduzindo-se também na intimidade do lar” (Documento de Aparecida, n. 39).

A responsabilidade dos meios de comunicação social é oferecer às pessoas o acesso à literatura, ao teatro, à música e às artes, promover o desenvolvimento no que diz respeito à ciência, à sabedoria e à beleza, informações úteis que possibilitem que as famílias se reúnam, ajudar as pessoas a resolverem os seus problemas cotidianos, animar os doentes, idosos, pessoas inválidas, aliviar as fadigas da vida, transmitir valores às novas gerações.

Os meios de comunicação social não podem ser usados para prejudicar o bem integral das pessoas como tem prestado descaradamente o BBB. O BBB é um programa típico que intenta atrair as pessoas para a perversão, destrói valores já consagrados ao longo dos séculos, fomenta a hostilidade e o conflito. O BBB apresenta a mentira numa luz fascinante, como se fosse verdade e a verdade como se fosse mentira; promove a banalização, difunde informações desinformadas, promove a rivalidade desleal e prepara o campo para o conflito.

Cabe à comunidade política, aos Poderes constituídos legitimamente, o dever de proteger a família, garantir-lhe a segurança, sobretudo em relação aos perigos da pornografia exacerbada como as que são propagadas pelo BBB. Por outro lado, é fundamental que o pai e a mãe intensifiquem um firme propósito de diálogo com seus filhos.

O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em Ética nas Comunicações Sociais, enfatiza que os mass media influem vigorosamente os modelos populares e, assim, têm o grave dever de elevá-los, não de degradá-los. Portanto, a comunicação deve ser sincera, dado que a verdade é essencial para a liberdade individual e para a autêntica comunidade entre as pessoas.

Da mesma forma que inicio, concluo com as palavras do mesmo jornalista: “Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade”.

 

Pe. Luiz Antonio Bento
Assessor Nacional da Comissão Vida e Familia - CNBB
familia@cnbb.org.br

Do site da pfsul1:

O CENPLAFAM perde uma grande mulher ...

Ela faleceu no dia 22/jan e a missa de sétimo dia aconteceu no dia 28/jan. O CENPLAFAM perde uma grande mulher e o céu ganha uma intercessora em favor da vida e pela conscientização dos casais quanto a responsabilidade de serem pais.

Vamos nos juntar às orações por seu descanso nos braços de Deus, e na ação de graças pela vida de correspondência à graça e à sua vocação, exemplo para todos; um verdadeiro presente de Deus para todos nós.

Quantas vidas e quantas almas salvas pela ação da Irmã Martha no Brasil!

Cabe aqui um relato de quem é esta senhora de 91 anos, irmã Martha, Enfermeira Obstétrica, a história viva do Método de Ovulação Billings no brasil: entre  1974 – 78, ir. Martha intensificou a divulgação do M.O.B. nas comunidades eclesiais de base, treinando casais, noivos, grupos de comunidades em vários estados, preparando instrutores para melhor conhecimento e divulgação do método, já “preparando” o terreno. Em 1979, a ir. Martha Bhering foi convidada a participar em São Paulo do primeiro grupo formal de estudiosos, usuários e divulgadores do M.O.B. . Em 1987, ano importante para a CENPLAFAM, foi reconhecida neste campo como a única entidade no país, e se dispôs a ministrar cursos sobre planejamento familiar natural para formar instrutores dos métodos naturais entre os agentes de saúde do serviço público.

Hoje a CENPLAFAM é uma entidade de reconhecimento Nacional e Internacional.

É a única representante oficial da Organização Mundial do Método Billings (WOOMB) no Brasil.

Ostenta inclusive o Diploma  da O.N.U. pelo trabalho desenvolvido junto às famílias.

Vamos rezar pela alma de ir. Martha e continuar seu importante trabalho.

Esta tal Liberdade sexual... Liberta do que?

Nossos adolescentes, muito mais que em qualquer época, estão pressionados a entrar na vida sexual mais cedo pelo grupo de iguais, pela escola “avançada”, por “adultos irresponsáveis”, pelas propagandas, etc.

Nessa perspectiva, o presente artigo é dedicado não somente aos adolescentes, mas aos pais, professores, catequistas, produtores de propagandas, enfim, a todos que, direta ou indiretamente, estarão influenciando na formação desta galera cheia de virtudes e de problemas.

O QUE É LIBERDADE SEXUAL?

Quem já não ouviu dos pais ou dos avós a frase: “Ah, no meu tempo não era assim. Naquele tempo a gente se dava as mãos só depois de muito tempo”. Mas a galera jovem não dá mais muita atenção e valor a essas exigências de outros tempos. A revolução sexual, dos últimos 30 anos é, para os mais conservadores, um desconforto sem medida.

Dificilmente chegam a entender e, muito menos, a aprovar a igualdade das mulheres no campo sexual, a homossexualidade que se tornou pública, inclusive com a possibilidade de se casarem, a nudez, a pornografia cinematográfica e tantas outras mudanças. Estas mudanças, no entanto, do ponto de vista da sociedade, seriam sinal de uma geração mais esclarecida, sem preconceitos e livre da “moral opressora”. Será verdade?

Para se entender bem o termo “Liberdade Sexual”, é necessário compreender a necessidade que as pessoas sentiram em soltar as rédeas da moral e da tradição, consideradas injustas e repressoras. A partir deste pensamento, o grande show de rock de 1969, o Woodstock, foi o marco inicial para se afirmar: “Queremos paz e amor”. Acreditavam, e a sociedade moderna quase que consagrou, que qualquer norma, regra ou comportamento que coíbe deve ser banido.

ESTAMOS MAIS MADUROS?

Com tantas mudanças que ocorreram no campo da sexualidade, é de se perguntar: Estamos mais maduros sexualmente? A resposta pode ser sim e não.

? Sim: pelo espaço que a mulher moderna conquistou, pela facilidade em que se tratam de assuntos ligados ao sexo, pelos estudos e compreensão dos desvios de comportamento sexual, etc.

? Não: porque crianças de 12 anos já estão iniciando sua vida sexual, relações que não passam de meras aventuras. A liberdade está passando à libertinagem.

Nossa sociedade parece um “adolescente” impulsionado pelas paixões que não respeita nem mais as próprias leis da natureza. O resultado está visível nos 12 milhões de casos de DST (Doença Sexualmente Transmissível) ao ano.

Outro dado não menos preocupante é a crescente incidência da AIDS na faixa etária de 13 a 19 anos do sexo feminino. Isso é devido também ao início precoce da atividade sexual com homens com maior experiência sexual e mais expostos aos riscos de contaminação por DST e pela AIDS.

APRENDENDO A FAZER SEXO NA ESCOLA

A mãe pergunta: “Oi filha, o que você aprendeu hoje na escola?” Responde a filha: “Aprendi a fazer sexo, mãe!”. Parece brincadeira, mas não é. Há um raciocínio hoje de que devemos falar a língua do adolescente e parece interessante desde que não se diga coisas que moralmente são erradas. Falar a língua do adolescente não significa aprovar tudo o que ele reivindica. A experiência neste caso conta, e muito.

É preciso alertar os adolescentes e jovens sobre os perigos de uma gravidez precoce, do contágio de doenças sexualmente transmissíveis, do perigo da AIDS, da frustração amorosa e suas conseqüências. É preciso ter claro que sexo não é somente uma questão de informação, mas muito mais de maturidade.

Muitas escolas já compreenderam esta realidade e apresentam uma “Educação Sexual” mais equilibrada, levando em conta a liberdade sexual, mas também a imaturidade em que se encontram estes nossos amigos em formação.

DIÁLOGO EM  FAMÍLIA

Numa época em que pais deixaram de ser apenas genitores, ainda encontramos filhos que são educados somente pelas mãos do Estado. A família, e não só os pais, devem ser os primeiros responsáveis pelo amadurecimento sexual de seus adolescentes. Sem forçar, o diálogo apresenta aquilo que é bom sem medo de ser retrógrado. Este é o melhor caminho.

Um exemplo: se estiverem assistindo a um programa de televisão e aparecer uma cena de sexo, coloquem para o adolescente o que a sua fé lhe propõe, em que vocês acreditam e dêem pistas de como ele pode encarar essa realidade diante dos amigos e da sociedade. Uma recente pesquisa revela que muitas mães e muitos pais ainda encontram dificuldade para falar sobre sexo com os filhos.

Os jovens e adolescentes também sentem-se constrangidos na hora da conversa. Há exceções: Há lugares como Rio de Janeiro e Porto Alegre que já avançaram muito. Lá, pais e professores conseguiram aproximar-se bastante dos jovens e adolescentes. Sabemos que você pode achar todo este papo chato e dizer que o assunto é muito mais simples do que parece. Mas sabe por que você pensa assim?

Não é porque você não é inteligente, muito pelo contrário, você é esperto até demais para sua idade. O problema é que você não está preparado para as responsabilidades de uma vida adulta: filhos, compromissos matrimoniais e situações de uma relação amorosa complicada. Nós, os adultos, que iniciamos todo este movimento de revolução sexual, começamos a notar, não muito tempo depois, as conseqüências disso tudo.

O sexo casual era legal na teoria, mas para a maioria de nós não parecia funcionar. Abortos de fundo de quintal, corações partidos, drogas para impedir a dor e um implacável sentimento de desilusão costumavam ser os terríveis resultados. Comida de lanchonete é rápida, está à mão e tem aparência melhor do que o sabor.

Da mesma maneira que uma comida de qualidade demanda tempo e cuidado, o amor de qualidade exige bom conhecimento de seu parceiro como pessoa. Pode parecer retrógrado, mas a mensagem cristã-católica, de propor o sexo somente após o casamento, é a opção mais responsável para uma adolescência e juventude saudável e madura. Pensem nisso!

Fonte: Missão Jovem

Fonte: Jornal Voz Diocesana - Diocese de São Miguel Paulista

 

 

"A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22)

A Campanha da Fraternidade de 2011 terá como tema "Fraternidade e a Vida no Planeta". Esta temática abordará a questão do aquecimento global e das mudanças climáticas. O texto base justifica a escolha deste tema afirmando que as intempéries climáticas que andam assolando a população de forma cada vez mais intensas e em quantidade sempre crescente exige de todos nós uma maior reflexão.

O estudo do tema da Campanha da Fraternidade nos remete ao texto bíblico da criação: "o Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar" (Gn 2,15). A bíblia não trata explicitamente da preservação ambiental porque o tema não era percebido na época em que os textos foram escritos, mas, através dos livros sagrados, Deus nos chama a ter atitudes justas para cuidarmos bem da vida no planeta.

A quaresma é tempo de escuta da Palavra, de oração, de jejum e da prática da caridade. A Campanha da Fraternidade deve ser um auxílio para bem vivermos este tempo litúrgico da quaresma que nos chama à conversão e à mudança de atitudes em relação à preservação do planeta Terra.

Abertura da Campanha da Fraternidade na Diocese de São Miguel Paulista

13 de março – domingo – às 15h, na Catedral de São Miguel Arcanjo

 

 

 

São Paulo, 17 de janeiro de 2011

 

Aos Padres, Diáconos, Religiosos, Religiosas
e a todo povo de Deus da Diocese de São Miguel Paulista,

 

Paz e Bem!

 

O Brasil presencia consternado mais uma grande catástrofe natural provocada pelas fortes chuvas que devastaram alguns municípios  do Estado do Rio de Janeiro, mais precisamente, nas dioceses de Petrópolis e Nova Friburgo.

O generoso povo brasileiro se mobiliza, através de muitas iniciativas, para fazer chegar a esses nossos irmãos sua solidariedade com doações de várias naturezas.

Em nossa diocese sofremos as conseqüências de enchentes e inundações que atingem muitas famílias nesta época das chuvas, perdendo todos os seus bens. Por isso, podemos imaginar o sofrimento e a angústia que essa catástrofe, com a perda de tantas vidas, traz para o povo da região serrana do Estado do Rio.

A Diocese de São Miguel Paulista está solidária com as famílias atingidas e pede que manifestemos a nossa solidariedade fazendo uma coleta especial em suas paróquias e comunidades em um final de semana, a critério de cada paróquia.

O resultado da coleta poderá ser entregue na administração da Cúria Diocesana. Também  podemos motivar as pessoas que façam, individualmente, sua contribuição depositando-a  na Conta da Cáritas Diocesana, que fará o devido encaminhamento às Dioceses de Petrópolis e Nova Friburgo.

 

Cáritas Diocesana de São Miguel Paulista
Banco Itaú – Agência: 8498
Conta Corrente:  07990-7
 

Deus que é fiel e generoso recompensará a todos pela ajuda e solidariedade.

 
Fraternalmente, em Cristo Jesus,

 

                                                            Dom Manuel Parrado Carral
                                                     Bispo Diocesano de São Miguel Paulista

ESPIRITUALIDADE DO NATAL

1.    Natal é a encarnação da Palavra. Podemos ouvir, ver, tocar, contemplar a Palavra Deus em Jesus que se fez carne. Não podemos viver um cristianismo desencarnado. Jesus de Nazaré nos convoca a valorizar a pessoa humana, a viver intensamente o cotidiano, a buscar sempre mais o humanismo autentico. O Natal nos ensina a ser humanos.

2.    Natal luz. Quando Jesus nasceu a noite se iluminou e as trevas foram dissipadas. Ele traz a luz da verdade que tudo ilumina e aquece. A luz do Natal é símbolo da fé e do amor fraterno. Quem crê e ama não anda nas trevas. A luz de Belém dissipa o império do mal. Jesus é o sol sem ocaso que ilumina as mentes, os corações, as decisões e os passos de quem O recebe pela fé. Os magos abandonam a magia para seguir Jesus a luz verdadeira.

3.    Natal paz. Jesus é nosso amigo, companheiro e irmão. Ele é nossa paz, porque perdoa os pecados, derruba os muros, abre as portas da reconciliação. A paz interior que facilita a paz na comunidade e no mundo, é dom do Espírito. Jesus é o Príncipe da Paz.

4.    Natal família. As famílias se reúnem, celebram, festejam o Natal. O encontro, a ternura, a bondade que vem do Natal nos congrega em torno da mesa, nos faz ser mais família, a ser mais irmãos. Jesus move-nos ao encontro, à festa, à amizade, à convivência familiar. O mundo todo tem a vocação de ser uma grande família.

5.    Natal solidariedade. A bondade, a ternura, a solidariedade, a cordialidade são marcas indeléveis do Natal. O pobrezinho de Belém nos arrasta e comove a partilhar os bens, os abraços, as alegrias. O Natal os povos da fome gritam aos povos da opulência para que sejam solidários.

6.    Natal alegria. Temos muitas razões para viver e transmitir a alegria. Jesus é nossa alegria. Precisamos tanto da alegria e como é bom fazer alguém alegre. Quanta alegria vem do perdão, do dever cumprido, do bem realizado e do amor recebido. Tudo transborda de alegria no Natal porque percebemos como Deus nos ama e nos quer bem. Natal é a festa da alegria da salvação. Nasceu o Salvador.

7.    Natal esperança. Os anjos anunciam o Salvador, os pastores vão a Belém e voltam falando do Menino, Maria e José guardam tudo em seus corações, os magos são atraídos pela nova luz. Cumprem-se as profecias. O Menino de Belém, esperado por Ana e Simeão é a esperança das nações porque é portador da vida, da justiça, da verdade, do bem, da liberdade. Jesus é nossa esperança. Nele esperam os doentes, os aflitos, os pecadores os pobres, os depressivos.

8.    Natal Amor. Jesus no presépio nos diz: “Estou aqui porque te amo”. Deus amou tanto o mundo a ponto de salvá-lo por amor. O mundo deve saber que é amado, precisa ser sensibilizado e curado pela beleza e a riqueza do amor de Deus. O Natal é uma canção do amor de Deus pelo mundo. Diante do presépio, da hóstia e da cruz, não podemos duvidar do amor de Deus.

9.    Natal cristão. Jesus é o centro do Natal. Nada devemos antepor a Jesus Cristo. Ele é o primeiro. Não existe outro tesouro, nem outra prioridade, nem outra felicidade, porque Jesus é o Bem supremo. Natal cristão consiste em cristificar nosso corpo, nosso coração, nossa existência. Seus pensamentos, seus sentimentos, seus valores e critérios sejam nossos. Que sua vida seja vivida em nossas vidas. Ele é a vida.

10. Natal é você. O Natal hoje acontece em nossos corações, nossas pessoas, nossa história, nossas famílias. Este é o ponto nevrálgico do Natal. Que nossas vidas sejam transformadas pela celebração do Natal. Jesus não teve vergonha de ser humano, pelo contrário, sua humanidade é o caminho para a recriação do mundo inteiro.

Dom Orlando Brandes

Genesis Fest

No dia 11 de dezembro a Paróquia de Sant'ana realizou o seu primeiro evento voltado  à evangelização dos jovens, com o intuito de derpertá-los para Cristo.
Confira as fotos deste evento no slide show abaixo.

 

 

VIGÍLIA PELA VIDA NASCENTE

27 DE NOVEMBRO DE 2010

CARTA DE ROMA

 

Prot. N. 2010/0405-II/15                                 Cidade do Vaticano, 14 de junho de 2010.

 

Eminência/Excelência,

          No próximo sábado 27 de novembro, o Santo Padre celebrará na Basílica de São Pedro em Roma uma solene “Vigília pela vida nascente” em coincidência com as Primeiras Vésperas do primeiro Domingo de Advento e na perspectiva da solenidade do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Vigília incluirá também, além das Vésperas, a adoração eucarística, para agradecer o Senhor que, através da entrega total si próprio, deu sentido e valor a toda vida humana, e também para invocar a sua proteção sobre cada ser humano.

          O Santo Padre deseja que os Bispos presidam nas Igrejas particulares celebrações análogas e envolvam as paróquias, as comunidades religiosas, as associações e os movimentos. Por esse motivo, nos pede que façamos em seu nome este convite.

          Todos nós estamos conscientes dos perigos que hoje ameaçam a vida humana por causa da cultura relativista e utilitarista que obscurece a percepção da dignidade de cada pessoa humana, em qualquer estádio do seu desenvolvimento. Somos chamados mais do que nunca a ser o “povo da vida” (João Paulo II, Evangelium Vitae, 79) com a oração e o empenho. Nessa Vigília, celebrada por todas as Igrejas particulares unidas ao Santo Padre, Pastor universal, pediremos a graça e a luz do Senhor para a conversão dos corações e daremos um testemunho eclesial comum para uma cultura da vida e do amor.

          Confiamos que Vossa Excelência, como Presidente da Conferência Episcopal, saberá envolver, a seu tempo e da maneira mais oportuna, todos os Bispos do seu País, para que possam incluir essa iniciativa na agenda da Diocese.

          Saudamos com viva fraternidade.

 

 

 

Antonio Cardeal Cañizares Llovera

Prefeito da Congregação

para o Culto Divino e a Disciplina

dos Sacramentos

 

Ennio Cardeal Antonelli

Presidente do Pontifício Conselho

para a Família

 

 

___________________________________

Aos Em.mos e Ex.mos

Presidentes das Conferências Episcopais

Nas respectivas Sedes

  

  

00120 STATO CITTÀ DEL VATICANO

 

 


Que tipo de lazer cultural oferecer aos filhos?

Por Içami Tiba
Para pais provedores, afetivos e educadores não há férias destas funções com os filhos presentes ou ausentes. Mesmo que se afastem fisicamente, psicologicamente continuam ligados aos filhos. Estas ligações vão desde saudades de quem ama, a preocupações presentes/futuras, reais/imaginadas e estados de alerta/prontidão para sair correndo a qualquer instante.
Todos os pais sabem que os filhos são bem diferentes entre si quanto às atitudes, comportamentos, temperamentos que os predispõem a maiores ou menores riscos de vida, se crianças, adolescentes ou adultos jovens, se único ou se tem irmãos, se masculinos ou femininos etc. Portanto merecem cuidados diferentes.
Uma das maiores responsabilidades dos pais é a educação dos filhos. Tanto pela educação escolar, pela construção de competências profissionais através do seu currículo psicopedagógico, quanto pelos valores que deverão estar presentes em todas as suas ações por toda a vida, tal qual o idioma materno.
Não há como os pais educarem seus filhos como foram educados soltos pelos seus pais, pois a educação deve ser a mais atualizada possível, e a infância está curta demais para se deixar as crianças fazerem apenas o que gostam. Se os filhos recebem uma educação já ultrapassada hoje, como poderão enfrentar um futuro que não sabemos como será? Este futuro já atinge as crianças que iniciam a escolaridade com dois anos de idade: quando nem bem tiveram sua socialização (educação) familiar, já entram na vida, com pares na comunidade. Será que receberão na escola o que nem receberam ainda dos pais? Este cenário se complica quando a mãe também trabalha fora, como acontece na maioria das famílias brasileiras e mundiais.
Os pais precisam hoje aproveitar toda e qualquer atividade dos filhos desde a mais tenra idade para passar valores, pois o que acontece hoje é o contrário: quando os pais ficam com os filhos os deixam fazer tudo o que querem desde que seja prazeroso, e param de educar.
A educação não é uma ação tirânica, desprovida de prazer que maltrata os filhos. Ela deve estar presente na vida do filho desde muito cedo, antes mesmo de ir à escola.
Deixar uma criança crescer fazendo somente o que tem vontade e lhe dê prazer é um crescimento silvestre, propiciando a falta de educação que custa caro pelo resto da vida. A ação educativa dá trabalho, mas é um fruto que dura por toda a vida. Com o tempo de infância muito encurtado, todas as atividades, jogos e brincadeiras têm de ser aproveitadas para a educação orquestrada na formação do futuro cidadão ético, competente e feliz.
Uma das grandes falhas na educação que se manifesta hoje desde a infância é o Bullying, que piora na juventude (ataques preconceituosos a minoritários como gays, negros, pobres e mulheres) e deixa ranços para o adulto (assédio moral, assédio sexual, alienação parental). Crianças que impunemente ofendem, agridem, violentam querendo levar vantagens sobre os outros, sem se preocupar com os sofrimentos dos pais em casa, costumam levar este comportamento para a escola, para o social e futuramente para o trabalho.   
Orquestrar a educação significa escolher quais são as atividades prazerosas e construtivas próprias para a personalidade e adequadas à idade. Esta orquestração não tira férias. Em todas as atividades, como brincadeiras, leituras, passatempos e diversões, os filhos já têm que receber estes valores juntos aos ensinamentos, cobranças, e participações dos pais na vida dos filhos.  
Muito bom é escolher programas próprios para a idade, prazerosos e educativos (cinema, teatro, leituras, jornaleiro, livrarias, museus, pontos históricos da cidade etc.) e chamar atenção ocasionalmente para detalhes interessantes e comentar depois, ressaltando os pontos positivos do mocinho, como ética, companheirismo, gratidão, bondade e ajuda ativa; e os negativos do bandido, como ruindade, egoísmo, prepotência, preconceito, traição, desonestidade, violência etc. Separar sempre ficção da realidade. Estas conversas gostosas ajudam a implantar e desenvolver princípios e valores que deverão estar presentes nas ações do dia-a-dia.

Içami Tiba

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 26 livros.

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